quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Capitalização: Previdência como Guedes quer reduz renda a 30%, diz entidade

MENU Economia ECONOMIA Capitalização: Previdência como Guedes quer reduz renda a 30%, diz entidade Afonso Ferreira Do UOL, em São Paulo 09/01/2019 15h02 A proposta de reforma da Previdência que o governo Jair Bolsonaro pretende enviar ao Congresso em fevereiro deve incluir a substituição do regime atual por um modelo de capitalização --em que cada trabalhador faz a própria poupança, que é depositada em uma conta individual. Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, a mudança é uma forma de proteger as gerações futuras. A capitalização, no entanto, não é consenso entre especialistas. De acordo com a diretora do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário), Jane Berwanger, o modelo de capitalização não funciona. Ela cita o caso do Chile, país onde isso foi implantado e é tido como modelo por Guedes, as aposentadorias pagas hoje são 30% do que se ganhava antes. Veja também Governo Bolsonaro estuda mudanças na aposentadoria; vale a pena correr? Reforma da Previdência de Guedes pode manter faixa de transição de 20 anos 'Só reforma da Previdência não será suficiente', diz economista da OCDE Bolsonaro defende aposentadoria aos 62 anos para homens e 57 para mulheres No Chile, em vez de contribuir para o governo, o trabalhador paga uma parcela do salário para uma AFP (Administradora de Fundo de Pensão), que administra os recursos até sua aposentadoria. "Se o fundo aplicou mal o dinheiro, o prejuízo é suportado pelo segurado. Não há contribuição do empregador para a aposentadoria. Não há garantia de valor mínimo", disse Berwanger. A equipe de Bolsonaro ainda não deu detalhes de como funcionaria o novo modelo. Segundo especialistas ouvidos pelo UOL, a proposta tem condições de zerar o rombo na Previdência, mas também haveria o risco de pagar aposentadorias muito baixas. Veja abaixo aspectos positivos e negativos da capitalização e como poderia ser a mudança. Quais as vantagens e desvantagens da capitalização? Mudar a Previdência para o sistema de capitalização poderia zerar o rombo no longo prazo, já que cada trabalhador receberá o que juntar ao longo da vida, segundo Carlos Heitor Campani, professor do Instituto Coppead de Administração da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Porém, no curto prazo, geraria um custo muito alto para financiar a aposentadoria de quem está no sistema hoje. ?Fiz um cálculo há um ano e meio, e o custo dessa transição seria da grandeza de um PIB [Produto Interno Bruto] brasileiro. É como se em um ano de trabalho toda a riqueza que o Brasil gerasse fosse apenas para financiar a mudança do sistema previdenciário?, disse. Outro problema seria o baixo valor das aposentadorias. ?No Brasil, há muitos trabalhadores rurais e informais que não têm uma renda regular. Pode ser que eles cheguem à idade de se aposentar e não tenham dinheiro suficiente para se manter?, afirmou Kaizô Beltrão, professor da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da FGV-Rio. Como seria a transição? Sem os detalhes da proposta de Paulo Guedes, os especialistas disseram ser difícil opinar sobre como seria a mudança do regime de Previdência. O consenso entre eles é que uma mudança do dia para a noite causaria um impacto enorme nas contas públicas e para as pessoas. Sendo assim, a transição teria de levar alguns anos. O que vai acontecer com quem já está no sistema hoje? A capitalização só vai valer para quem ainda vai entrar no mercado? Essas são questões que o governo precisa responder ao enviar a proposta. Kaizô Beltrão, professor da FGV-Rio Segundo Beltrão, a capitalização poderia valer só para quem ainda vai entrar no mercado, enquanto quem estiver na ativa contribuiria com os dois sistemas ao mesmo tempo. ?Nesse caso, teria de haver um cuidado para não cobrar demais do trabalhador?, declarou. Outra possibilidade, de acordo com o professor da FGV-Rio, seria os trabalhadores da ativa migrarem para o regime de capitalização. O valor e o tempo de contribuição deles para o sistema atual seriam levados em conta, e eles passariam a receber uma pensão proporcional ao se aposentar, além do dinheiro das contas individuais. E quem já se aposentou? No caso de quem já está aposentado, não seria possível mudar as regras, segundo os especialistas. Com os trabalhadores da ativa bancando as próprias aposentadorias, caberia ao governo arcar com o benefício dos mais velhos. O problema é que as contas públicas estão no vermelho e não haveria como cobrir esse gasto. Uma possível fonte de recursos para isso seria a emissão de títulos públicos com prazos longos, segundo Campani, da UFRJ. Mesmo que essa medida aumente a dívida pública, seria bem recebida pelo mercado, pois iria desonerar os cofres do governo. ?É diferente de você pedir dinheiro para gastos que não terão retorno. O governo estaria investindo?, afirmou. Sistemas poderiam existir ao mesmo tempo? Permanecer no modelo atual de repartição não é uma opção viável, segundo os especialistas. Isso porque o número de aposentados está em crescimento, e o rombo tende a aumentar. Um modelo misto, com características dos dois sistemas previdenciários, poderia ser uma opção. O Chile, por exemplo, tem caminhado nessa direção. Vejo como possível um regime de repartição para a população mais pobre e o de capitalização para quem tem condições de contribuir mais. Carlos Heitor Campani, professor do Instituto Coppead/UFRJ Nesse caso, segundo Campani, o governo teria de financiar um valor mínimo para os mais pobres. Essa ajuda beneficiaria, principalmente, trabalhadores rurais e informais, que não contribuem regularmente com o INSS. Segundo o professor, a escolha do regime poderia ser feita pelo trabalhador ao ingressar no mercado ou conforme sua faixa salarial. Nos dois casos, teria de haver uma idade mínima para se aposentar. "Na capitalização, como o dinheiro é do próprio trabalhador, poderia haver regras mais flexíveis e uma idade mínima menor. Porém, quem se aposentasse mais cedo receberia menos", disse C ampani. Aposentado que trabalha pode sacar FGTS todo mês? UOL Notícias Mais lidas agora Tem carro em SP com placa final 1? IPVA vence hoje; governo não manda carta Reforma da Previdência de Guedes pode manter faixa de transição de 20 anos Bolsa sobe e supera 93 mil pontos; dólar opera em queda, perto de R$ 3,68 Economia

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Pesquisas apontam Lula como presidente do Brasil em 2018




Lula lidera intenções de voto para 2018 em todos os cenários


Pesquisa realizada pelo instituto de pesquisas Vox Populi, encomendada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores) e divulgada nesta sexta-feira (4), mostra que a popularidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para as eleições de 2018 se manteve estável, mesmo após a condenação do petista pelo juiz federal Sergio Moro.
Na sondagem, Lula lidera as intenções de voto para a presidência da República no segundo turno em quatro cenários pesquisados: contra Jair Bolsonaro (PEN-RJ) ou João Doria (PSDB-SP), Lula alcança 53% das intenções de voto; se os candidatos forem Geraldo Alckmin (PSDB-SP) ou Marina Silva (Rede-AC), Lula bate ambos com 52% dos votos.
Nesses cenários imaginados pela pesquisa, Bolsonaro teria 17% dos votos. Já Alckmin, Doria e Marina alcançariam, no máximo, 15% do total de votos, cada um.
O Vox Populi destaca uma variação de 40% em junho para 42% agora de entrevistados que afirmam que votariam no petista. Para Marcos Coimbra, diretor do Instituto Vox Populi, vários dados pesquisa podem explicar porque Moro não acabou com as intenções de voto positivas no ex-presidente.
“Um deles, muito importante, é que, para 42% dos entrevistados, Moro não provou a culpa de Lula no caso do tríplex do Guarujá. Para 32%, Moro provou e, outros, 27% não souberam ou não quiseram responder”, afirma Coimbra.
Ex-presidente manteve popularidade mesmo após condenação dada pelo juiz Sergio Moro
Ex-presidente manteve popularidade mesmo após condenação dada pelo juiz Sergio Moro
Bolsonaro é o segundo colocado quando nomes não são apresentados
No cenário em que os entrevistados não recebem cartela com nomes e citam espontaneamente em quem pretendem votar para presidente da República em 2018, o segundo colocado é Bolsonaro, com 8% das intenções de voto.
Marina vem em terceiro, com 2%; e, embolados com apenas 1% dos votos aparecem Moro (sem partido), Ciro Gomes (PDT-CE), Joaquim Barbosa (sem partido), Doria, Fernando Henrique e Alckmin.
Aécio Neves (PSDB-MG) zerou novamente, como havia zerado em junho, após as denúncias de corrupção feitas pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
No cenário em que a intenção de voto foi estimulada com Alckmin, o tucano atinge 6% das intenções de voto e Lula, 47%. Bolsonaro tem 13%, Marina, 7%, e Ciro, 3%.
Na estimulada com Doria, Lula tem 48% das intenções de voto, Bolsonaro manteve os 13%, Marina subiu para 8% e o prefeito de São Paulo empatou com Ciro Gomes, com 4%.
“O pessimismo dos brasileiros com o momento econômico e político atual e o descrédito no governo Temer, aliados as lembranças de um passado recente de que a vida era melhor nos governos do PT, ajudam a explicar porque as intenções de voto no presidente Lula são as que mais crescem em todos os cenários da pesquisa”, analisa Coimbra.
Lula é apontado como melhor presidente do Brasil por 55%
Segundo ele, outros dados da pesquisa CUT-Vox, ajudam a entender essa tese. Um deles é o aumento de 49% para 55%, entre junho e julho deste ano, do percentual de entrevistados que apontam Lula como o melhor presidente que o Brasil já teve – o outro nome lembrado é o de Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP), com 15%.
Além disso, 58% dos brasileiros consideram Lula um bom administrador, 65% dizem que ele é trabalhador e 61% afirmam que a vida melhorou nos 12 anos de governos do PT.
Já o presidente da CUT, Vagner Freitas, ressalta que o pessimismo dos brasileiros com o governo Temer vem aumentando rapidamente mês a mês por causa do desemprego recorde – mais de 13,5 milhões de trabalhadores estão desempregados – e das medidas de arrocho salarial, previdenciário e social.
Para Vagner, isso explica dados da pesquisa como os de que, com Temer, a vida piorou para 61% dos entrevistados – em junho o percentual era de 52%.
Aumentou também o pessimismo e a descrença quanto a capacidade de Temer de controlar a inflação – em junho, 62% achavam que a inflação ia aumentar. Em julho, esse percentual pulou para 75%. Cresceu também o percentual dos que acham que vai aumentar o desemprego no Brasil – de 68% em junho para 72% em julho.
A pesquisa CUT/Vox Populi, realizada nos dias 29 e 31 de julho, entrevistou 1999 pessoas com mais de 16 anos, em 118 municípios, em áreas urbanas e rurais de todos os estados e do Distrito Federal, em capitais, regiões metropolitanas e no interior.
A margem de erro é de 2,2 %, estimada em um intervalo de confiança de 95%.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Fim dos presídios privatizados





Nos Estados Unidos, o governo do presidente Barack Obama anunciou neste mês que vai acabar gradualmente com os presídios privatizados. Uma auditoria feita pelo Departamento de Justiça americano constatou que as unidades privatizadas têm mais problemas de segurança do que as administradas pelo governo. A redução da população carcerária registrada nos últimos três anos também pesou na decisão do governo. Ao todo são 193,3 mil presos, dos quais 22,1 mil, o equivalente a 12% do total da população, estão em presídios privatizados. Apenas as prisões privatizadas onde permanecem imigrantes que aguardam deportação serão mantidas — total de 34 mil. As unidades privatizadas surgiram nos Estados Unidos no final dos anos 1990, por causa da superlotação carcerária. Três empresas administram esses presídios. As companhias discordam da auditoria.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Dados Gerais Sobre a cidade de Batatais

Dados Gerais

Sobre a cidade de Batatais
Prefeito 2013/2016: Eduardo Oliveira – PTB
Vice-prefeito: José Paulo Fernandes – PSDB
End.: Praça Paulo de Lima Correa, 01
Cep. 14.300-000
Telefone: 3761-2999 – Fax: 3761-5218
Batatais – SP Cidade dos Mais Belos Jardins
Aniversário – 14 de Março ( 1839 )
Área da unidade territorial: 851 Km2

Coordenadas Geográficas
Latitude do distrito sede do município: -20,89111º
Longitude do distrito sede do município: -47,585º
Altitude: 862 m

Limites
São José da Bela Vista, Restinga, Franca, Patrocínio Paulista, Altinópolis, Brodowski, Jardinópolis, Sales de Oliveira e Nuporanga.

Distâncias
São Paulo – 355 km
Ribeirão Preto – 42 Km
Franca – 49 km
Belo Horizonte – 481 km
Rio de Janeiro – 750 Km
Brasília – 750 Km
Triângulo Mineiro – 150 km
Sul de Minas Gerais – 40 Km

Acesso Rodoviário
SP – 330 – Via Anhanguera
SP – 334 – Rodovia Cândido Portinari
SP – 351 – Rodovia Altino Arantes

Clima
Tropical (ameno) com inverno seco. Chove principalmente de novembro/março

Temperatura
Máxima de 34 graus, mínima de 8 graus – Média 21 graus

Topografia
Ondulada; Situada entre 2 colinas

Hidrografia
Rio Sapucaí na divisa com os municípios de São José da Bela Vista, Restinga, Franca e Patrocínio Paulista. Toda área pertencente à Bacia Hidrográfica do Rio Sapucaí – Mirim.

Padroeiro
Senhor Bom Jesus da Cana Verde

Resultados do Censo 2010
Total da população: 56.481 pessoas
Total de homens: 27.749 pessoas
Total de mulheres: 28.732 pessoas

Total da população urbana: 49.954 pessoas
Total da população rural: 6.527 pessoas
Total de domicílios particulares: 20.524 domicílios
Total de domicílios particulares ocupados: 17.725 domicílios
Total de domicílios particulares não-ocupados fechados: 35 domicílios
Total de domicílios particulares não-ocupados de uso ocasional: 953 domicílios
Total de domicílios particulares não-ocupados vagos: 1.811 domicílios
Total de domicílios coletivos: 27 domicílios
Total de domicílios coletivos com morador: 12 domicílios
Total de domicílios coletivos sem morador: 15 domicílios

INFORMAÇÕES ATUALIZADAS
População estimada 2014:  60.128
Matrícula – Ensino fundamental – 2012:  7.386 matrículas
Matrícula – Ensino médio – 2012:  2.381 matrículas
PIB per capita a preços correntes – 2012:  20.653,33 reais

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Dentista é espancado e assassinado por pichadores em São Paulo





Dentista é morto após ser espancado por pichadores na zona norte

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, grupo invadiu quintal da casa do rapaz e depois fugiu; ele e o pai perseguiram os suspeitos e foram atacados
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Luiz Fernando Toledo,
O Estado de S.Paulo
08 Agosto 2016 | 09h35
Atualizado 08 Agosto 2016 | 14h18




SÃO PAULO - Pichadores espancaram e mataram o dentista Wellington Silva, de 39 anos, na madrugada deste sábado, 6, na zona norte da capital paulista. O pai do rapaz, o aposentado Manoel Silva, de 76, também foi espancado, mas passa bem. O caso é investigado por policiais do 33º Distrito Policial (Vila Mangalot).


Foto: Luiz Fernando Toledo/Estadão
Dentista é morto após ser espancado por pichadores na zona norte
O pai do rapaz também foi espancado e ficou ferido
Manoel disse ao Estado que dormia quando, por volta das 2 horas, percebeu que seu cachorro não parava de latir. "Logo percebi que tinha alguma movimentação estranha na frente de casa."
Ao sair de casa, com um facão na mão, viu que o muro de sua casa estava pichado e relatou ter visto um grupo de oito a dez pessoas bebendo, entre elas uma mulher, com latas de spray na mão. "Fui tirar satisfação", disse à reportagem. Os homens começaram a agredi-lo, segundo ele, com "paus, pedras e até tijolos".  O filho viria em seguida para ajudá-lo, mas também foi agredido.
Na versão do primeiro boletim de ocorrência registrado, Manoel disse ter acertado um golpe de facão no braço de um dos homens. Em uma segunda versão - e ao Estado -. ele negou a agressão com a arma e disse que apenas se defendeu. O facão, segundo ele, foi levado pelos agressores. 
Manoel relatou à polícia ter ficado desacordado após os golpes e, ao retomar os sentidos, viu o filho caído. O irmão do rapaz chamou a polícia por volta das 3 horas, e o dentista foi encaminhado a um pronto-socorro em Pirituba, mas não resistiu aos ferimentos. O médico que o atendeu registrou o caso como "politrauma grave por agressão física".  No 33º DP, o registro foi de homicídio e lesão corporal.
"Estou arrasado. Minha relação com o Wellington não era de pai para filho. Era de melhores amigos. Não havia segredos entre nós, a gente se dava muito bem", disse o pai, com uma das mãos enfaixada e o rosto inchado.
Na manhã desta segunda-feira, 8, ele era consolado por vizinhos e conhecidos, que não paravam de chegar na porta de sua casa. "Meu filho era muito conhecido. Todos eram clientes no consultório que ele trabalha", disse Manoel. "Eu só queria ter tido mais tempo com ele." Segundo o pai, o velório do rapaz ocorreu neste domingo, 7.
Uma vizinha, que pediu para não ser identificada, relatou ter acordado com os gritos durante a briga. "A rua é muito movimentada, então ninguém deu muita importância. Mas a mãe dele (do dentista) ligou meia hora depois e disse que tinham matado ele", contou. 
Versões.  O caso foi registrado em dois boletins de ocorrência diferentes. No primeiro, os policiais afirmam que foram acionados por um irmão de Wellington Silva para atender a uma tentativa de roubo em sua casa. Ele disse aos policiais que o pai havia ouvido um barulho no quintal e que oito indivíduos estariam dentro de casa. 
Quando chegaram à residência, os policiais não encontraram sinais de arrombamento e nenhum objeto roubado. No dia seguinte ao episódio, novo boletim de ocorrência foi registrado, desta vez narrando a perseguição de Silva aos pichadores. 
Investigação. A Polícia Civil apreendeu um HD com as imagens da câmera de segurança da casa da família Silva. Nas imagens, reveladas pelo Bom Dia São Paulo, da TV Globo, um grupo de cinco homens é visto chegando em um carro na frente da casa, por volta das 2 horas. Eles picham o muro da casa do dentista, bebem e depois retornam ao carro.  Segundos depois, o pai sai de casa com o facão, em direção aos rapazes. 
Por causa da primeira versão do depoimento de Manoel, os policiais tentaram buscar por pessoas que tivessem cortes no braço em hospitais da região, mas não encontraram os suspeitos. Investigadores também buscam os autores da pichação por meio dos códigos na parede da casa de Silva. 

'Pokémon Go' ganha paródia da indústria pornô; assista trailer



VARIEDADES

'Pokémon Go' ganha paródia da indústria pornô; assista trailer

No enredo, um fã dos filmes da Brazzers usa aplicativo para capturar atrizes da produtora que estão desaparecidas
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09/08/2016 13:57:00
A produtora de filmes pornô Brazzers aproveitou a onda do game de realidade aumentada 'Pokémon Go' para lançar mais um filme. A paródia 'Pornstar Go: A XXX Parody', mostra um "caçador de estrelas dos filmes adultos".
pornstargo
(Foto: Reprodução) 
“Os fãs nos pedem incessantemente uma paródia desde que o trailer do jogo foi revelado no final do ano passado. Isso sem falar que muitos de nós no escritório estamos animados com o aplicativo“, disse Mario Nardstein, diretor de produtos da Brazzers.
No enredo, várias atrizes da Brazzers estão desaparecidas e um fã dos filmes do estúdio resolve ir em busca das estrelas. Ele então utiliza seu aplicativo de celular para rastrear as mulheres, que aparecem vestidas como pokemons.
Assista ao trailer:

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

200 vagas de emprego em Franca

PAT está com 200 vagas abertas em diversas áreas em Franca, SP

Edições

http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/bom-dia-cidade/videos/t/edicoes/v/pat-esta-com-200-vagas-abertas-em-diversas-areas-em-franca-sp/5202866/